terça-feira, 4 de janeiro de 2011

OLHO "GRANDE" VIVO.


EU NÃO GOSTO DE FESTA GAY, MAS TEM COLUNISTA QUE GOSTA. SÓ ME CABE RESPEITAR.

Creio que todos as amigos do sul-fluminense sabem que existe uma coluna sócio-cultural no jornal Diário do Vale, assinada por um jornalista de nome Cláudio Alcântara. A coluna é batizada de “Olho vivo”. Tenho evitado mencionar o jornal, pois para alguns, tinha alguma aversão a esse importante instrumento de informação regional e tal fato não procede. Leio o Diário todos os dias e gosto da maior parte do que leio. Minha restrição é a quem paga (poder público) inadvertidamente e não por quem recebe e gera empregos e informação. Isto claro (assim espero), não posso me omitir em relação a coluna (O que vai acontecer em 2011 na região) publicada na edição de hoje.
Antes de mais nada, quero deixar translúcido que não tenho a intenção de polemizar pois sou absolutamente cônscio de que a referida coluna tem uma legião de leitores infinitamente maior do que o nosso Blog, mas em parte me senti atingido e é neste humilde espaço que desfruto do meu local de manifestação.
O jornalista mencionado tem por hábito contumaz, ironizar as atrações artísticas apresentadas na região, e mais direta e indevidamente, os seus produtores.
Via de regra, ele ironiza os bailes funks promovidos pela Proson, Claudia Leite, Ivete Sangalo, Molejo, Sorriso Maroto, Revelação, Inimigos do HP, Monobloco, Os Melhores do Mundo, Belo, Jammil, Elymar Santos, os MCs, e o...Celebrare. Aí foi onde me senti mencionado. Eu, Salume e Dirce, não necessariamente nesta ordem, fomos os empresários que mais vezes trouxemos o Celebrare para região.
Cláudio usa de um sarcasmo infame e de uma agressividade desnecessária.
Gostaria de saber qual foi o show que este jornalista promoveu ou investiu?
Gostaria de saber se ele já perdeu noites de sono para pagar, taxas de ECAD, taxas de bombeiros, licenças municipais estaduais e federais, segurança em acordo com a Polícia Federal, televisão, rádio, jornais, cartazes, recepcionistas, panfleteiros, carro de som, decoração, camarim, hotéis, transporte, alimentação, manobristas, caixas, garçons, aluguel de clubes, cachês artísticos, flyers, convites, pulseiras, locação de mesas, palco, sonorização, iluminação, entre outros itens que fazem parte do globo de uma empreitada como esta. E depois disto tudo, ainda tem que se oferecer cortesias para esses colunistas que não gastam um centavo em ingressos ou convites.
Gostaria de saber quantos empregos e circulação de moeda ele gera com suas críticas ou atividades.
A despeito de particularmente não gostar muito de algumas atrações mencionadas por ele, tenho que respeitar quem as gosta, porque é o público que dá retorno empresarial, e não um crítico frustrado, que em nada ajuda e tenta incisivamente atrapalhar.
Quem ajuda a pagar o salário deste colunista são alguns dos empresários que ele tanto critica, nos anúncios efetuados no jornal.
Eu particularmente, como não vivo do ramo, me dou ao luxo de só promover o que gosto, e o Celebrare tão atacado pelo crítico, é a melhor banda de dance music do Brasil, e seu show pode ser visto uma vez por semana sem enjoar, pois dançar faz bem para a alma, para a pele e o coração.
Não conheço este colunista pessoalmente, apenas me lembro de ter ido na redação do Diário do Vale, entregar-lhe convites de um show que promovi que nem me lembro qual foi, mas não vejo nele méritos para criticar Claudinha, Jammil ou Ivetuda, que estão, há anos, entre os shows mais procurados do Brasil, além de serem os mais caros, e só com muito peito e capacidade para realiza-los, coisa que certamente ele jamais terá.
Elymar é show-man e gosta do que faz. Monobloco é maravilhoso e faz bem para quem assiste. Os Melhores do Mundo são ótimos e seus shows são impagáveis, e todos os demais mencionados, têm seu público cativo e dão retorno para quem os promove, impulsionando a venda de roupas, perfumes e sapatos no comércio local.
Se a crítica desse jornalista fosse técnica sobre o conteúdo dos shows, seria seu pleno direito, mas atacar e desprestigiar gratuitamente os empresários que se arriscam no ramo, e por diversas vezes, arcam com vultosos prejuízos, é uma atitude covarde e desprezível, digna dos invejosos e incompetentes.
Acho que esse cara tá com raiva pois ninguém promove baile-Gay na região. Duvido que ele criticasse.
Taí e Jean, meus diletos amigos: façam uma festinha daquelas e convidem este moço para que ele nos deixe em paz. Elogios em sua coluna não faltarão. Caprichem no bofe, quer dizer, no bife, pois dizem que ele aprecia uma boa carne.
Mas quanto a mim, dou a mão a palmatória, e não farei o Celebrare este ano, tá bom?
Eles não merecem serem criticados por uma parasita enrustido tão ruim e infeliz.

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