terça-feira, 1 de junho de 2010

OUTRA SANTA EMOÇÃO.


ETERNAMENTE NOSSO DEZ.
O bom filho a casa torna. E o Flamengo jamais teve um filho tão bom quanto Zico. Exemplo de profissional, atleta, talento e caráter, o Galinho chega num momento mais do que apropriado.
Lidei com muitos artistas em minha vida mas nunca fui adepto a pedir autógrafos. Uma das raras exceções foi para a dupla Kleiton e Kleidir, pois eles fizeram parte da minha história de adolescência no Rio Grande do Sul, quando ainda eram "Os Almôndegas".
A outra exceção foi exatamente para o Zico. Se me perguntarem se guardei esse autógrafo, informo que não. Não porque não merecesse uma moldura própria, pois de fato mereceria e estampada em lugar nobre de minha casa. Mas porque ao ver um menino que não tinha conseguido chegar perto de nosso ídolo, e coincidentemente, também se chamava Júlio César, resolvi ser generoso como Zico sempre foi com nossa torcida e lhe presenteei o “troféu”. Preferi ter como recordação de Zico, as suas jogadas, os seus gols e a sua postura. E esse meu pequeno gol em ofertar a recordação ao pequeno xará, me fez por instantes, de fato, merece-la, mesmo não mais a possuindo.
Porque Zico é simplesmente isso, achando saídas geniais para os momentos mais difíceis e rompendo as defesas dos adversários.
Seja bem-vindo grande Zico.
Que nossa nação saiba respeitá-lo por tudo que você representa para as últimas gerações de jovens em todo o mundo.

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